8 Estante da Literatura

A-Ano-da-Morte-de-Ricardo-Reis

Autor José Saramago
Editor Porto Editora
Data de lançamento setembro 2016
EAN 978-9720048820
ISBN 9789720048820
Dimensões 14 x 21 cm
Nº Páginas 496
Encadernação Capa mole

  • Autor José Saramago
  • Editor Porto Editora
  • Data de lançamento setembro 2016
  • EAN 978-9720048820
  • ISBN 9789720048820
  • Dimensões 14 x 21 cm
  • Nº Páginas 496
  • Encadernação Capa mole

Um tempo múltiplo. Labiríntico. As histórias das sociedades humanas. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de dezembro de 1935. Fica até setembro de 1936. Uma personagem vinda de uma outra ficção, a da heteronímia de Fernando Pessoa. E um movimento inverso, logo a começar: «Aqui onde o mar se acaba e a terra principia »; o virar ao contrário o verso de Camões: «Onde a terra acaba e o mar começa.» Em Camões, o movimento é da terra para o mar; no livro de Saramago temos Ricardo Reis a regressar a Portugal por mar. É substituído o movimento épico da partida. Mais uma vez, a história na escrita de Saramago. E as relações entre a vida e a morte. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de dezembro e Fernando Pessoa morreu a 30 de novembro. Ricardo Reis visita-o ao cemitério. Um tempo complexo. O fascismo consolida-se em Portugal. Caligrafia da capa por Carlos Reis.

O-Japao-e-um-Lugar-Estranho

Peter Carey percorre a Tóquio moderna e entrevista os protagonistas da cultura da «manga», procura respostas impossíveis, naquele estilo levemente ébrio que nos faz nunca perder a sua prosa. The Guardian Escrito com a destreza narrativa de um romancista de créditos firmados (vencedor do Booker Prize por duas vezes), este livro traz em si, também, a urgência da reportagem e a capacidade de observação do melhor jornalismo. Revela-nos aquilo a que muita gente ainda não terá dado a atenção necessária: que há uma nova geração de adolescentes ocidentais a crescer, nesta primeira década do século XXI, sob a influência da cultura popular japonesa. Peter Carey conduz o filho e é conduzido (levando-nos a nós também nessa viagem) pelos labirintos de uma cultura cheia de códigos mais ou menos impenetráveis para um estrangeiro. Uma cultura bem mais transparente para um adolescente familiarizado com os universos da manga e do anime do que para um adulto à procura de uma chave que se revela quase sempre «lost in translation»

9 de janeiro de 2014 Novidade

dicionarioUm conjunto de oito dezenas de especialistas consagra mais de seis centenas de artigos de síntese aos principais nomes, títulos, imagens e temas que se relacionam com Fernando Pessoa.Tentando dar conta da complexidade dos problemas críticos colocados pela sua vasta produção em poesia, ficção, teatro, filosofia e teoria, estudando a sua relação com grandes nomes da literatura universal e partindo de ângulos tão diversos como o político, o científico, o retórico ou o esotérico, propõe-se uma visão ampla e contextualizada do mais importante poeta português do século XX.

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