ALMEIDA GARRETT ( 1799-1854)

Almeida Garrett

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Escritor e Dramaturgo romântico, Nasceu no Porto, em 4 de Fevereiro de 1799.

Morreu em Lisboa em 9 de Dezembro de 1854.

 

 

 

Conhecido como o pai do romantismo português, foi político, romancista, dramaturgo, poeta e jornalista. Garrett marcou a primeira metade do século XIX e sobreviveu até aos nossos dias como um dos maiores escritores da literatura portuguesa.

Homem das letras e da cultura, tantas vezes incompreendido e esquecido, João Baptista da Silva Leitão Almeida e Garrett, deu uma nova expressão à língua portuguesa, ressuscitou e renovou o teatro nacional, coligiu a tradição oral popular num livro que é tido por alguns especialistas como a primeira expressão da etnografia portuguesa – o famoso “Romanceiro”.

Participou ativamente na vida política do país. Foi deputado, diplomata e ministro. Lutou ao lado de D. Pedro contra os absolutistas e pagou pelas suas convicções políticas, mais do que uma vez, o preço do exílio. Foi durante o exílio que descobriu Shakespeare e o romantismo inglês, movimento que veio a influenciar a sua obra.

A sua obra “Camões” marca o início do movimento romântico em Portugal: o gosto pelo popular e pela história nacional, o culto do amor e a celebração do sentimento.

Em 20 de Dezembro é nomeado cronista-mor do Reino, organizando logo no princípio de 1839 um curso de leituras públicas de História. No ano seguinte o curso versa a «história política, literária e científica de Portugal no século XVI».

Tem uma vida implicada na realidade política do país (as guerras liberais), redigiu leis, animou jornais e revistas (“O Português”, “O Cronista” e o “Regeneração”), fundou o Conservatório de arte dramática e propôs a edificação do Teatro Nacional de D. Maria II.

(adaptação nossa: professora Adelaide Saraiva)

 

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Principais obras de Almeida Garrett:

– Camões (1825)

– Dona Branca (1826)

– Adosinda (1828)

– Catão (1828)

– Romanceiro (1843)

– Cancioneiro Geral (1843)

– Frei Luís de Sousa (1844)

– Flores sem Fruto (1844)

– D’O Arco de Santana (1845)

– Folhas Caídas (1853)

 

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