Category Archives: Exposições

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Autores por Cá

 
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No âmbito das comemorações do 50º aniversário da Escola Secundária de S. João do Estoril/ Liceu de S. João,a Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativa expõe um conjunto de obras pertencentes ao seu catálogo e cujo autores estiveram/estão ligados à Escola Secundária de S. João do Estoril. (mais aqui)
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Semana dos Direitos Humanos e Solidariedade

A última semana de aulas da Escola Secundária de S. João do Estoril foi animada pela realização de diversas atividades no âmbito da Semana dos Direitos Humanos e Solidariedade. No espaço da Biblioteca Escolar esteve exposta durante a referida semana uma pequena exposição de obras relacionadas com a temática.


No dia 11 recebeu a visita da irmã Maria Manoel acompanhada por dois  membros da Comissão de Apoio à Vitima de Tráfico de Pessoas que  testemunharam  as diversas violações aos mais elementares direitos e dignidade da pessoa existentes no mundo atual. Foi um momento muito interessante que captou o interesse dos alunos e professores das turmas do 3º R e do 11º J.

No dia 14 a turma da professora Anabela Carvalho leu o texto de Eça de Queiroz ” O Natal “, Cartas de Inglaterra, 1905, seguindo-se um diálogo muito animado sobre o seu conteúdo.

No encerramento desta semana a Biblioteca aplaudiu a  aluna Bárbara Chora que interpretou a peça para violino The Boy Paganini Fantasia.

A Semana dos Direitos Humanos e Solidariedade foi organizada pela disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica em parceria com a BECRE.

Dia Internacional da Filosofia

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A BECRE assinala o Dia Internacional da Filosofia através de uma mostra de obras de alguns dos filósofos existentes na biblioteca.

Em 2002, a UNESCO instituiu a celebração do Dia Internacional da Filosofia na terceira quinta-feira do mês de Novembro de cada ano, ciente da importância que o questionamento filosófico assume para o diálogo entre os povos, onde cada um se deverá sentir livre de participar, segundo as suas convicções, em qualquer lugar, contribuindo para a progressiva tomada de consciência da nossa comunidade de condição: a humanidade.

 

DECLARAÇÃO DE PARIS EM PROL DA FILOSOFIA

Nós, participantes nas Jornadas Internacionais de Estudo «Filosofia e Democracia», organizadas pela UNESCO, que tiveram lugar em Paris, nos dias 15 e 16 de Fevereiro de 1995, constatamos que os problemas de que trata a filosofia são os problemas da vida e da existência dos homens considerados universalmente.
Entendemos que a reflexão filosófica pode e deve contribuir para a compreensão e a orientação das preocupações humanas; consideramos que a actividade filosófica, que não retira nenhuma ideia à livre discussão, que se esforça por precisar as definições exactas das noções utilizadas, verificar a validade dos raciocínios, examinar com atenção os argumentos dos outros, permite a cada um aprender a pensar por si mesmo; sublinhamos que o ensino filosófico favorece a abertura de espírito, a responsabilidade cívica, a compreensão e a tolerância entre os indivíduos e entre os grupos.
Reafirmamos que a educação filosófica, formando espíritos livres e reflexivos, capazes de resistir às diversas formas de propaganda, de fanatismo, de exclusão e de intolerância, contribui para a paz e prepara cada um para assumir as suas responsabilidades perante as grandes interrogações contemporâneas, designadamente no domínio da ética, julgamos que o desenvolvimento da reflexão filosófica, no ensino em vida cultural, contribui de forma importante para a formação de cidadãos, exercendo a sua capacidade de julgamento, elemento fundamental de toda a democracia.
Por estas razões, comprometendo-nos a fazer tudo o que estiver em nosso poder, nas nossas instituições e nos nossos países respectivos, para realizar estes objectivos.
Declaramos: Uma actividade filosófica livre deve ser garantida a todos os indivíduos, em toda a parte, sob todas as formas e em todos os lugares onde se possa exercer.
O ensino filosófico livre deve ser preservado ou alargado onde já existe, deve ser criado onde ainda não existe, e deve ser nomeado explicitamente «filosofia».
O ensino filosófico deve ser assegurado por professores competentes, especialmente formados para o efeito, e não pode ser subordinado a nenhum imperativo económico, técnico, religioso, político ou ideológico.
Permanecendo autónomo, o ensino filosófico deve ser, em toda a parte onde for possível, efectivamente associado, e não simplesmente justaposto, às formações universitárias ou profissionais, em todos os domínios.
A difusão de livros acessíveis a um grande público, tanto pela sua linguagem como pelo seu preço de venda, a criação de emissões de rádio e de televisão, de cassetes áudio ou vídeo, a utilização pedagógica de todos os meios audiovisuais e informáticos, a criação de múltiplos lugares de debates livres, e todas as iniciativas susceptíveis de fazer aceder o maior número a uma primeira compreensão das questões e dos métodos filosóficos devem ser encorajados, para constituir uma educação filosófica dos adultos.
O conhecimento das reflexões filosóficas das diferentes culturas, a comparação dos seus contributos respectivos, a análise do que as aproxima e do que as opõe devem ser perseguidos e apoiados pelas instituições de investigação e de ensino.
A actividade filosófica, como prática livre da reflexão, não pode considerar nenhuma verdade como definitivamente adquirida e incita a respeitar as convicções de cada um, mas não deve em caso algum, sob pena de se negar a ela mesma, aceitar doutrinas que neguem a liberdade de outrem, achincalhando a dignidade humana e originando a barbárie.
Todos os anos, em Novembro, a Unesco dedica um dia à Filosofia.

PAABE novembro 2017

Recolha pela professora Adelaide Saraiva

Alexandre Herculano

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Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo, é um dos grandes escritores portugueses. A ele se deve a obra História de Portugal, a primeira obra do género a ter preocupações de rigor científico. Era um apaixonado pela história e isso levou-o a escrever vários romances históricos, o que foi uma novidade em Portugal. Estes temas eram muito bem recebidos na sua época e Alexandre Herculano tornou-se muito popular. O reconhecimento público do seu valor vai levá-lo ao desempenho vários cargos públicos importantes.

Foi também inovador porque é um dos introdutores em Portugal do Romantismo, movimento que tem a sua origem na Alemanha. A própria escolha dos ambientes históricos dos seus romances, as reflexões sobre a morte, sobre o fluir inexorável da vida humana, a permanência constante do Infinito que se materializa na comunhão entre os estados de alma humanos e a própria natureza, o sentimento profundo de solidão, o contraste entre a serenidade campo e o bulício da cidade, o “belo horrível”, apocalíptico e sepulcral, os amores impossíveis, são temas constantes na sua vasta obra.

Influenciado pela estética de Kant faz uma reflexão interessante acerca do papel da arte: a literatura deve educar. O belo e o bom unidos na mesma função de elevar o homem. Em vez da arte imitar o real, idealiza-o, porque a finalidade não é o belo em si, mas o bom.

Foi também uma grande influência noutros literatos do romance campesino como Júlio Dinis, mas também na vida política, pela participação na redação Participa na redação do primeiro Código Civil Português (1860-1865).

 

expositor AHObras principais de Alexandre Herculano

Poesia

  • A Voz do Profeta – 1836
  • A Harpa do Crente – 1838
  • Poesias – 1850

Teatro

  • O Fronteiro de África ou três noites aziagas
  • Os Infantes em Ceuta – 1842

Romance

  • O Pároco de Aldeia (1825) – 1851
  • O Galego: Vida, ditos e feitos de Lázaro Tomé

Romance histórico

  • O Bobo (1128) – 1843
  • O Monasticon
  • Eurico, o Presbítero: Época Visigótica – 1844
  • O Monge de Cister; Época de D. João I – 1848
  • Lendas e narrativas – 1851

1.º tomo

  • O Alcaide de Santarém (950-961)
  • Arras por Foro de Espanha (1371-2)
  • O Castelo de Faria (1373)
  • A Abóbada (1401)

2.º tomo

  • Destruição de Áuria: Lendas Espanholas (século VIII)
  • A Dama Pé de Cabra: Romance de um Jogral (Século XI)
  • O Bispo Negro (1130)
  • A Morte do Lidador (1170)
  • O Emprazado: Crónica de Espanha (1312)
  • O Mestre Assassinado: Crónica dos Templários (1320)
  • Mestre Gil: Crónica (Século XV)
  • Três Meses em Calecut: Primeira Crónica dos Estados da Índia (1498)

 

https://en.wikipedia.org/wiki/Alexandre_Herculano

(adaptação Professora Adelaide Saraiva)

Dia Internacional da Filosofia

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A BECRE assinala o Dia Internacional da Filosofia através de uma mostra de obras de alguns dos filósofos que marcaram o seu tempo e de uma exposição alusiva ao tema no espaço da sala de convívio da escola sede do agrupamento.  upload_-1(1)

Em 2002, a UNESCO instituiu a celebração do Dia Internacional da Filosofia na terceira quinta-feira do mês de Novembro de cada ano, ciente da importância que o questionamento filosófico assume para o diálogo entre os povos, onde cada um se deverá sentir livre de participar, segundo as suas convicções, em qualquer lugar, contribuindo para a progressiva tomada de consciência da nossa comunidade de condição: a humanidade.

DECLARAÇÃO DE PARIS EM PROL DA FILOSOFIA

Nós, participantes nas Jornadas Internacionais de Estudo «Filosofia e Democracia», organizadas pela UNESCO, que tiveram lugar em Paris, nos dias 15 e 16 de Fevereiro de 1995, constatamos que os problemas de que trata a filosofia são os problemas da vida e da existência dos homens considerados universalmente.
Entendemos que a reflexão filosófica pode e deve contribuir para a compreensão e a orientação das preocupações humanas; consideramos que a actividade filosófica, que não retira nenhuma ideia à livre discussão, que se esforça por precisar as definições exactas das noções utilizadas, verificar a validade dos raciocínios, examinar com atenção os argumentos dos outros, permite a cada um aprender a pensar por si mesmo; sublinhamos que o ensino filosófico favorece a abertura de espírito, a responsabilidade cívica, a compreensão e a tolerância entre os indivíduos e entre os grupos.
Reafirmamos que a educação filosófica, formando espíritos livres e reflexivos, capazes de resistir às diversas formas de propaganda, de fanatismo, de exclusão e de intolerância, contribui para a paz e prepara cada um para assumir as suas responsabilidades perante as grandes interrogações contemporâneas, designadamente no domínio da ética, julgamos que o desenvolvimento da reflexão filosófica, no ensino em vida cultural, contribui de forma importante para a formação de cidadãos, exercendo a sua capacidade de julgamento, elemento fundamental de toda a democracia.
Por estas razões, comprometendo-nos a fazer tudo o que estiver em nosso poder, nas nossas instituições e nos nossos países respectivos, para realizar estes objectivos.
Declaramos: Uma actividade filosófica livre deve ser garantida a todos os indivíduos, em toda a parte, sob todas as formas e em todos os lugares onde se possa exercer.
O ensino filosófico livre deve ser preservado ou alargado onde já existe, deve ser criado onde ainda não existe, e deve ser nomeado explicitamente «filosofia».
O ensino filosófico deve ser assegurado por professores competentes, especialmente formados para o efeito, e não pode ser subordinado a nenhum imperativo económico, técnico, religioso, político ou ideológico.
Permanecendo autónomo, o ensino filosófico deve ser, em toda a parte onde for possível, efectivamente associado, e não simplesmente justaposto, às formações universitárias ou profissionais, em todos os domínios.
A difusão de livros acessíveis a um grande público, tanto pela sua linguagem como pelo seu preço de venda, a criação de emissões de rádio e de televisão, de cassetes áudio ou vídeo, a utilização pedagógica de todos os meios audiovisuais e informáticos, a criação de múltiplos lugares de debates livres, e todas as iniciativas susceptíveis de fazer aceder o maior número a uma primeira compreensão das questões e dos métodos filosóficos devem ser encorajados, para constituir uma educação filosófica dos adultos.
O conhecimento das reflexões filosóficas das diferentes culturas, a comparação dos seus contributos respectivos, a análise do que as aproxima e do que as opõe devem ser perseguidos e apoiados pelas instituições de investigação e de ensino.
A actividade filosófica, como prática livre da reflexão, não pode considerar nenhuma verdade como definitivamente adquirida e incita a respeitar as convicções de cada um, mas não deve em caso algum, sob pena de se negar a ela mesma, aceitar doutrinas que neguem a liberdade de outrem, achincalhando a dignidade humana e originando a barbárie.
Todos os anos, em Novembro, a Unesco dedica um dia à Filosofia.

www.unesco.pt

upload_-1(2)A organização desta atividade insere-se no plano anual de atividades da biblioteca escolar e foi preparada pela professora de filosofia Adelaide Saraiva e o professor bibliotecário António Padeira.

Exposição itinerante, Santillana “O Património – Dar um futuro ao passado”

Exposição Património                                                                                                              Entre os dias 19 a 24 de outubro, estará patente no átrio do Pavilhão C da Escola Secundária de S. João do Estoril a Exposição itinerante, Santillana “O Património – Dar um futuro ao passado”.

Objetivos

  1. Contribuir para a educação patrimonial no Ensino Básico e Secundário numa perspetiva multidisciplinar.
  2. Sensibilizar para a importância da preservação dos bens patrimoniais como elementos de reforço da identidade nacional e cultural.
  3. Valorizar o património cultural do meio envolvente das comunidades escolares em distintos âmbitos geográficos.
  4. Transmitir uma visão moderna, dinâmica e empreendedora do património enquanto elemento de enriquecimento económico e social.
  5. Colaborar no desenvolvimento turístico e económico das regiões que beneficiam de uma grande riqueza patrimonial.
  6. Proporcionar recursos úteis e diversificados aos professores para que possam realizar atividades e visitas de estudo com os seus alunos.
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Exposição “O Património – Dar um futuro ao passado”

O PatrimónioEntre os dias 19 a 24 de outubro, estará patente no átrio do Pavilhão C da Escola Secundária de S. João do Estoril a Exposição itinerante, Santillana “O Património – Dar um futuro ao passado”. 

A BECRE e a Santillana convidam toda a comunidade educativa nomeadamente professores e os seus alunos, a visitar esta interessante exposição.

Consulte a informação na NEWSLETTER Nº 21