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Prémio LeYa atribuído a “Uma outra Voz”, de Gabriela Ruivo Trindade

Manuel AlegreO vencedor do Prémio LeYa, no valor de 100.000 euros, é o romance “Uma outra voz”, de Gabriela Ruivo Trindade, anunciou hoje o escritor Manuel Alegre, presidente do júri.

O júri justificou a escolha – o prémio foi atribuído a uma mulher pela primeira vez – com a “consistência narrativa”, nomeadamente “na caracterização das personagens femininas”.

A autora de “Uma outra voz” vive em Londres, tem 43 anos e é natural de Lisboa.

Esta sexta edição do galardão foi a mais concorrida de sempre, tendo-se candidatado 491 originais de 14 países.

© 2012 LUSA – Agência de Notícias de Portugal, S.A.

Manuel Almeida/LUSA

 

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Alguns livros de Alice Munro

o amor de uma mulheramada vidao progresso do amorfugas

Alice Munro é o Prémio Nobel da Literatura 2013

Alice Munro Prémio Nobel 2013 Alice Munro é a vencedora do prémio Nobel da Literatura 2013. A eleita foi conhecida hoje, em Estocolmo, no aniversário da morte do industrial e filantropo sueco Alfred Nobel, que o instituiu. É de nacionalidade canadiana e tem 82 anos de idade. É a 13ª mulher a ganhar o Nobel de Literatura. A última tinha sido a escritora romena Herta Müller, que recebeu o prémio em 2009.

Segundo o comité, Alice Munro foi escolhida devido à sua mestria «no conto contemporâneo» e «narrativa afinada caracterizada pela clareza e pelo realismo psicológico».

O galardão, no valor de oito milhões de coroas suecas (925 mil euros) foi anunciado pelo secretário da Academia de Ciências Sueca no histórico edifício da Bolsa, na baixa de Estocolmo.

Alice Munro nasceu a 10 de julho de em 1931, em Wingham, no Canadá. Em 2009 já tinha sido premiada com o Man Booker Prize. Entre as suas obras mais conhecidas estão títulos como : «O amor de uma boa mulher», «Fugas», «O progresso do amor» ou «Amada vida».

Premiados dos últimos dez anos

Nos últimos 10 anos, o Nobel da Literatura distinguiu nomes como o chinês Mo Yan (2012), o sueco Tomas Transtromer (2011), o peruano Mario Vargas Llosa (2010), a alemã de origem romena Herta Müller (2009), o francês Jean-Marie Gustave Le Clézio (2008), a britânica Doris Lessing (2007), o turco Orhan Pamuk (2006), o britânico Harold Pinter (2005), a austríaca Elfriede Jelinek (2004) e o sul-africano J.M. Coetzee (2003).

A língua portuguesa foi laureada uma única vez, em 1998, com a atribuição do prémio ao escritor José Saramago, justificada pela Academia sueca com o facto de ele, «com parábolas sustentadas em imaginação, compaixão e ironia, permitir mais uma vez apreender uma realidade evasiva».

Por: Redacção / PP    TVI24|   2013-10-10 12:06